Assim que chegámos ao lagar, fomos lanchar para obtermos energia e começarmos a nossa visita.
A D.Mariana foi a nossa guia e começou por nos levar para o olival, onde pudemos observar as oliveiras mais perto de nós.
As oliveiras "tinham azeitonas bebés"...
O piso, no olival, estava mole, pois tinha chovido nos últimos dias.
Olhámos para os nossos sapatos e...vimos que estavam todos enlameados!
Tivemos que bater os pés para soltar alguma terra que lá tinha ficado.
Iniciámos a subida, pela linha amarela, para podermos observar algumas máquinas.
O senhor Nuno, pai do Miguel, acompanhou-nos.
Foi com interesse que observámos todo o equipamento onde depositam e pesam as azeitonas.
Descemos, para visitar o interior do lagar.
Fomos até ao laboratório, onde o azeite é analisado cuidadosamente.
Observámos os vários tipos de azeite que iam ser submetidos a testes.
Já noutra sala do lagar, vimos através dos vidros algumas máquinas que são utilizadas na produção do azeite.
Era então altura de assistirmos a um vídeo, muito interessante, acerca das várias fases da produção do azeite.
Depois do vídeo, avaliou-se se a "lição" tinha ficado bem sabida...
O José Maria e o Guilherme foram os escolhidos para nos colocarem as questões.
Era a oliveira que continha as perguntas...
Tínhamos que pensar um pouco antes de responder.
Depois houve um espaço lúdico-expressivo, onde pudemos pintar uma azeitona especial: a Oliva.
A prova do azeite foi o passo seguinte.
Havia azeite com quatro sabores: frutado, picante, doce e amargo...
E isto sabem o que é?
Um lindo candeeiro todo feito com garrafas de azeite!
Regressámos então a Beja, de autocarro.
Vínhamos tão contentes, que até tivemos música ao vivo durante a viagem...
O Francisco domina o cante alentejano!
Gostámos muito desta visita e agradecemos bastante à nossa excelente guia, D. Mariana e ao senhor Nuno Barrosinha pela forma como nos receberam e a paciência que tiveram connosco!