Turma 1ºB Santa Maria
Porque as Ciências e consequentemente as atividades experimentais
desempenham um papel fundamental na promoção da realização individual,
pretende-se que
“todos os alunos se vão
tornando observadores ativos com capacidade para descobrir, investigar, experimentar
e aprender” (Princípios Orientadores do Estudo do Meio).
Em sala de aula, e no âmbito do projeto Observar, Experimentar...Saber fazer, iniciámos o estudo dos seres vivos dando
primazia às plantas.
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| Cada aluno explicou o que eram sementes e desenhou-as. |
Observámos diversas sementes, com a lupa binocular e com a lupa de mão.
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| Cada um escolheu uma semente e colocou-a num recipiente (garrafa de água) e regou-a. |
Ao fim de dois dias, a semente do feijoeiro /feijão inchou e rebentou o tegumento (pele).
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Com a lupa de mão
tivemos oportunidade de observar um feijão "aberto" ao meio.
A professora disse-nos uns nomes muito difíceis e nós fomos pesquisar.
Ficámos a saber que
o feijão tem:
Tegumento
(casca ou pele);
Dois
cotilédones;
Radicula,
que dá origem à raiz;
Caulículo,
que dá origem ao caule e às folhas.
Observação/registos
Todos os dias observámos a evolução das sementes e procedemos ao registo dessa evolução
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A semente da tremoceira/tremoço foi a primeira a germinar.
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| As sementes de ervilheira /ervilha foram as que germinaram e cresceram mais rapidamente. |
Ao vigésimo quarto (24º) dia de observação, as
sementes de rabano, milho, faveira/fava, meloeiro/melão,
melancia, papaieira/papaia, mangueira/manga e anoneira/ anona
ainda não tinham germinado.
Ao quadragésimo (40º) dia da experiência, as nossas plantas estão assim:
Ficámos a saber que:
- Há sementes de cores, tamanho e formas diferentes;
- Nem todas as sementes germinam;
- As sementes não levam todas o mesmo tempo a germinar;
- Se lhes deitarmos água em excesso, elas morrem;
- Se estivermos muito tempo sem as regar também morrem.
Gostámos muito de fazer esta atividade e no próximo ano vamos continuar.